segunda-feira, 8 de junho de 2020

EXPOSIÇÕES MAIS ANTIGAS DE FERNANDO LÚCIO

     Este blog foi criado em 2010 e tive a intensão de mostrar minha obra em diversos períodos de minha produção, porém em épocas passadas entre 1974 e 1978 não costumava fotografar os meus trabalhos e muitas vezes perdia a sequencia de épocas pela falta de fotografias. Algumas obras foram fotografadas porque alguns amigos iam as exposições com câmeras fotográficas e me faziam fotos das obras. Não haviam câmeras fotográficas digitais e o registro era muito disperso. Aquí pretendo resgatar algumas fotos antigas de obras que já não possuo mais e algumas são de meu acervo.

Links onde se pode ver mais imformações sobre Fernando Lúcio:
http://arts-books.net/Art/Artist/50/Fernando-Lucio
https://rodriguesgaleria.com.br/fernando-lucio/





1978 - EXPOSIÇÃO NO MUSEU DO ESTADO DE PERNAMBUCO




1980 - GALERIA TELLES JUNIOR




1980 - MEUS GRANDES MESTRES LENIRA REGUEIRA, 
QUERALT PRAT E LAERTE BALDINI




                                1980 - MEUS GRANDES MESTRES ELEZIER XAVIER 
                                                     E MARIA JOSÉ DE CARVALHO





1980 - GALERIA TELLES JUNIOR




1979 - MEUS GRANDES MESTRES, 
MARIO NUNES E MURILLO LA GRECA




1979 - PINTANDO PARA EXPOSIÇÃO




1980 - AO LADO DO MEU GRANDE MESTRE
MARIO NUNES








                                                  1980 - DA SERIE " RETIRANTES" 


                                                                              




                                                    1980 - DA SERIE " RETIRANTES"






                                                     1980 - DA SERIE " RETIRANTES"









1981 - RETRATO DO POETA 









1983 - PAPOULA








1981 - CAPIBARIBE EM APIPUCOS








1979 - MENINA DO PITÓ








1981 -  PRAIA DO JANGA







1981 - TRACUNHANHÉM






1980 - CAMPINA DE GRAVATÁ










1979 - ESTRADA DA LAVADEIRAS 






1985 - PÁSSARO AZUL









1980 - GLADÍOLOS BRANCOS E AMARELOS







1987 - APIPUCOS








1978 - LAGO DE CAMARAGIBE - RECIFE





1978 - CAJUEIRO. RECIFE






1985 - ESTRADA DE NAZARETH - RECIFE






1979 - AÇUDE DE CAMARAGIBE






1985 - DA SÉRIE "MARGENS"






sábado, 16 de novembro de 2019

ÚLTIMAS EXPOSIÇÕES NA EUROPA E NOS ESTADOS UNIDOS


EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS

     Exposições diversas em vários paises da Europa e Estados Unidos, muitas delas tiveram premiações com Medalhas de Ouro. Estas exposições representam a constante atividade de Fernando Lúcio no meio artistico de varios países. Entre esses paises estão Portugal, Espanha, Italia, França, Inglaterra e Estados Unidos.

Postagens anteriores:






2012 - MUSEU DO LOUVRE - PARIS




2012 - GALERIA EMMA - MADRID





2013 - BCM ART GALERY - BARCELONA





2013 - MUSEU DO LOUVRE - PARIS





2013 - INTERNATIONAL FAIR OF CONTEMPORARY ART - NOVA YORK




2014 - BASE ART GALLERY - LONDRES






2015 - GALERIE DE L'ECHARPE - TOULOUSE





2015 - GALLERI DI ARTE CONTEMPORANEA - ROMA





2015 - ART GALLERY - BERLIN





2016 -  GALERIE DE PEYROLIÈRES - TOULOUSE






2016 - GALERIA GS - PORTO






2017 - GALERÍA DE ARTE ROR - MADRID 






2017 - GALERIE DE L'ECHARPE - TOULOUSE







2018 - GALERIA GS - PORTO






2018 - GALERIA DI ARTE CONTEMPORANEA - ROMA






2019 - GALERIA GS - PORTO 





2019 - GALERIA MONT JUIC - BARCELONA E
GALERIE D'ART GIROU  -  TOULOUSE





2019 - STUTTGART KULTURELLER RAUM - STUTTGART







2020 - WAYLIGHT GALLERY - PORTO








“La Esposizione presenta diversi modi di espressione, che portano però ad un'unica destinazione, la sensazione della vita nel suo complesso. Con linguaggio contemporaneo ma che si distinguono per conoscenze che si concentrano sulla consapevolezza della grande ricchezza ereditata e hanno lavorato al fine di esaltare la loro forza creativa, poetica, inventiva, emotiva e i flussi critici inerenti alla vita; propongono una diluizione tra Arte e Vita. È con piacere che avremo due delle opere di pittore - Fernando Lúcio, in questa importante Mostra di pittura.”


                                                                                            Geni Settanni – Curatrice.
                                                                                               Dicembre 2019 - Italia








2020 - WAYLIGHT GALLERY - PORTUGAL








2020 - WAYLIGHT GALLERY - "FERNANDO LÚCIO  48 YEARS OF ART"
MOSTRA INTERNACIONAL - PORTUGAL, EUROPA E O MUNDO































sexta-feira, 15 de novembro de 2019

PINTANDO AS PAISAGENS DE PERNAMBUCO

A paisagem pernambucana  me levou ao desenvolvimento de minha expressão, foi com a luz intensa da nossa região que desenvolvi a minha paleta cromatica. Sempre busco um momento dessa intensa luz para encontar as cores da minha pintura. Por muito tempo estive em contato com a natureza, perseguindo a harmonia que ela continha e trazendo pra meu atelier muitas nuances destas cores naturais. Hoje não ha mais possibilidade de se pintar ao redor da cidade de Recife, que foi onde começei minha trajetorio como pintor paisagista, o crescimento urbano rompeu a beleza natural que havia há quarenta anos atrás, não que, não existam tais locais, mais a concentração de aglomeração desordenada da cidade tira o aspecto natural do local.







1995 - RIO DA BAIXINHA DE CAMARAGIBE - RECIFE





2011 -  ACADEMIA DE MEDICINA DO RECIFE





1996 - IGREJA DE APIPUCOS - RECIFE




1996 - MONASTÉRIO DE SANTA THEREZA - RECIFE




1098 - RELVA DOURADA - RECIFE




1985 - APIPUCOS E O CAPIBARIBE - RECIFE




1985 - TRACUNHANHEM - RECIFE





1983 - HORTO DEL REY E O SEMINÁRIO DE OLINDA - RECIFE





1992 - ESTRADA DO ENGENHO SÃO JOÃO - RECIFE





1998 - LAGO DE DOS IRMÃOS - RECIFE





1980 - PRAIA DO JANGA - RECIFE

sábado, 16 de julho de 2011

DESENHO: UM CONTATO COM A NATUREZA QUE ME LEVA A REALIDADE DOS SONHOS





Todas as formas que passo para o papel são como sonhos se materializando, do mínimo traço a uma mancha, são linhas que vão me conduzindo e ao mesmo tempo dando um determinado prazer, um prazer de desvendar uma mensagem ainda indecifrável, sinais que inquietam a minha mente e me trazem sensação de que haverá algum desfecho final. Sempre gostei de desenhar, não de riscar por riscar, mas, quebrar o vazio do papel em branco com a mente. Gosto da forma real, como base de todas as coisas, mesmo dos sonhos, que já têm uma predominância surreal. Captar uma imagem, observando, vendo o mundo e codificando mesmo em pequenos traços, é como se eu conseguisse tocar um pouco na mão Divina, sentir a energia que move todas as coisas.









Desde criança, gostava de desenhar, olhar e refazer no papel o mundo, eu sentia que tudo crescia a partir desta experiência, pois quando eu queria, em outro momento, podia redesenhar aquela idéia já sem precisar olhar, apenas traduzindo o que eu sentia da forma. Fascinava-me sentir este domínio sobre a natureza, como se caminhasse lado a lado com ela. Na escola, convivi com a reação das pessoas sobre a minha fascinação em criar imagens, muitos colegas me procuravam para que eu fizesse um desenho, como quem falasse: foi ele que viu o mundo ser criado. Ao querer aprender mais sobre o desenho, fui descobrindo que teria de estar sempre praticando, pois naturalmente sentia, que, se não praticasse, as linhas ficavam duras e os traços tornavam-se lentos.





Ao entrar na Escola de Belas Artes, vi que o mundo do desenho era ainda mais mágico, pois, ele fazia parte da criação de todas as obras de arte. Conheci vários mestres, uns me falavam que o meu trabalho seria o resultado das minhas horas vividas no desenho, outros diziam que com o desenho eu conseguiria aprender a pintar e a esculpir com mais domínio, que ele seria a grande chave para o meu crescimento na arte. Mesmo assim, com todo aquele estímulo não cheguei a ser um desenhista plenamente acadêmico, não tinha tanta paciência para passar horas e horas em um só desenho. Mas passei a ser um desenhista da vida, buscando formas nas ruas, nas praças, nos teatros, nos bares, na natureza, etc. e por um certo tempo, freqüentava academias de dança e ficava desenhando o movimento do corpo, que era para mim algo sublime, e depois disto senti que meus quadros pareciam se movimentar, como se passassem a dar uma sensação cinética. Quando muitos precisavam de um lápis para escrever e planejar, eu o usava para fazer rabiscos que me levavam sempre às boas idéias.








Os códigos do desenho são infinitos, eles me agradam do mais simples ao mais complexo e nunca poderia imaginar a construção do meu trabalho sem um papel desenhado antes, como uma maquete essencial vinda da alma. Amo o desenho e o sinto como o sopro constante da vida na minha arte.